Encontro PONTES

A riqueza das freguesias ‘ponte'

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Além de Pontével, mais doze freguesias portuguesas contêm, na sua designação, o termo "ponte". Com uma grande riqueza natural, estes territórios são, na sua maioria, lugares com uma grande ruralidade, mas onde o património edificado é também digno de registo.
Aqui apresentamos as 12 freguesias que, juntamente com a freguesia de Pontével, constituem a associação Pontes - 13 Freguesias de Portugal

 

 

Ponte da Barca Ponte de Vagos (Vagos)
Ponte de Lima Aldeia da Ponte (Sabugal)
Vila da Ponte (Montalegre) Regueira de Pontes (Leiria)
Ponte (Vila Verde) Ponte de Sor
Ponte (Guimarães) Ponte do Rol (Torres Vedras)
Vila da Ponte (Sernancelhe) Gâmbia Pontes Alto da Guerra (Setúbal)

 

 

 

Pontével [ Cartaxo / Santarém ]

A fundação de Pontével está certamente ligada à fertilidade dos seus solos e à passagem de importantes vias de comunicação, como a estrada romana que ligava Olissipo (Lisboa) a Scalabis (Santarém), da qual ainda existem vestígios, acima da Fonte da Concha, na Horta d'Ourives. Recebeu carta de foral de D. Sancho I, em 1194, confirmada por D Afonso II, em 1218.
A existência de juízes de vintena sujeitos à Comarca de Santarém atesta a sua importância política e económica desde a época medieval. Foi também sede da Comenda de S. João do Hospital (Ordem de Malta), chegando a ser cabeça de comenda no século XVII. Após a Restauração da Independência, foi criado o Condado de Pontével, por ocasião do casamento de D. Catarina de Bragança, filha de D. João IV, com o Rei de Inglaterra, um título que se extinguiu devido à ausência de sucessores por parte dos seus titulares (D. Elvira de Vilhena, condessa de Pontével, que acompanhou como aia D. Catarina na corte inglesa).
No século XIX, a vila parece ter perdido um pouco do seu antigo esplendor. No entanto, o despertar republicano deu novo fôlego à dignidade pontevelense, com o surgimento de novas obras e formas de associação cívica. A excelência dos seus recursos agrícolas, uma actividade comercial significativa e até alguma iniciativa industrial - de que foi exemplo as fábricas de rebuçados, de conservas de frutas e, ainda actualmente, de telha e tijolo - foram responsáveis, ao longo do século passado, por um elevado grau de desenvolvimento. Por decreto-lei, Pontével consegue o título de Vila em 20 de Junho de 1991.

Freguesia de Pontével
Rua Mateus Peixoto Barreto, 1
2070-430 Pontével
tel.: 243799226
fax.: 243799022

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Ponte da Barca [ Ponte da Barca / Viana do Castelo ]

ponte barcaPonte da Barca já se chamou apenas Barca, nome que lhe veio da barca de travessia do rio, que obrigou a construir a casa do barqueiro, levantando-se depois outras para os que se dedicavam ao tráfego fluvial e para acolher os transeuntes, sobretudo, os peregrinos de Santiago de Compostela.
Com a reconstrução da primitiva ponte sobre o rio Lima, em meados do século XIV, este lugar passou a chamar-se Ponte da Barca. Segundo os registos documentais, Ponte da Barca já no início da nacionalidade era terra de importância material e de categoria política. Porque esta pequena povoação se encontrava localizada em lugar estratégico, facilitador de viagens e transportes adequados à época, prosperou a tal ponto que a vila de então se transformou, administrativamente, em sede de concelho.
De entre o seu património monumental, a ponte tem um lugar relevante por ser, no género, uma das mais notáveis obras construídas no Portugal medieval.
Com perto de 200 metros de comprimento e dez amplos arcos, apoiados em fortes pilares com talhamares, esta obra sofreu duas grandes reformas, uma em 1716, que reconstruiu e modificou os dois arcos centrais, e outra nos fins do século XIX, que visou o alargamento do seu piso. Destaque para a Igreja Matriz, dedicada a S. João Baptista, Igreja de Misericórdia, várias capelas, Pelourinho, os Paços do Concelho e o antigo mercado.

Freguesia Ponte da Barca
Quinta Santo António Bloco 3 r/c E
4980-610 Ponte da Barca
tel.: 258453795

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Ponte de Lima [ Ponte de Lima / Viana do Castelo]

ponte limaA origem do nome "Ponte de Lima" está relacionada com a secular ponte e o rio que atravessa. A primeira designação com que a terra aparece referida nos documentos é apenas "Ponte". A mais antiga referência documental onde a terra aparece com o nome composto, em que entram as duas palavras "Ponte" e "Lima", talvez seja a das Inquirições de 1258.
Na definição da fisionomia da vila medieval tiveram influência marcante o rio, a ponte e as saídas para as mais importantes vias de comunicação terrestre: para noroeste, na direcção de Ponte da Barca, para sudeste, na direcção de Braga, e para sudoeste, na direcção da foz do Lima. A ponte romana, já em ruínas, foi substituída por outra, nas últimas décadas do século XIII e primeiros anos do século XIV. Às obras da ponte, seguiu-se, ainda no século XIV, a construção das novas muralhas.
Durante a segunda metade do século XVI e boa parte do século XVII, Ponte de Lima conheceu um período de estagnação, mas nos últimos decénios do século XVII assistiu-se, nesta região, a uma onda de prosperidade agrícola que, a par do ouro proveniente do Brasil, propiciou os meios necessários para a construção de um grande número de solares. Assumem importância as igrejas Matriz, da Misericórdia, dos Terceiros, de N. Sr.ª da Guia e da Lapa.

Freguesia Ponte de Lima
Rua Dr Ferreira Carmo Bloco 4 r/c D
4990-112 Ponte de Lima
fax.: 258941913
fax.: 258941913

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Vila da Ponte [ Montalegre / Vila Real ]

Vila da ponteÉ antiquíssimo o povoamento do território desta freguesia barrosã. A atestar esta realidade estão as três mamoas que existiram no Vale Quilhoso, das quais duas ainda existem nos Penhascos da Roca. Não se conhece, em toda a enorme região de Trás-os-Montes e Alto Douro, qualquer outra povoação que goze de ter três "cistas" - monumentos funerários com mais de três mil e quinhentos anos. Na freguesia há ainda quatro castros, três dos quais Celtas e um romanizado - de onde se alcançam algumas milhas da Via Militar Romana que se dirigia de Braga - Chaves - Astorga, constituindo a "Via Prima", assim chamada por ser a primeira de quantas rasgaram o território português em direcção a Roma.
A freguesia estende-se ao longo de um vale muito produtivo, regado pelo rio Regavão, afluente do Cávado. Foi ponto importante para toda a região a ponte que dá o nome à povoação. Junto dela existia uma estalagem, desde tempos imemoriais, de que há poucas décadas ainda existiam duas grandes pias, para as cavalgaduras e outros gados beberem água. Do seu património erguido, salienta-se a Igreja de Santa Maria Madalena, as capelas (São Mamede, S. João e Senhora de Fátima), as fontes de mergulho medievais, as casas senhoriais e as ruínas, sobretudo, as do Castro de Andelhe.

Freguesia Vila da Ponte
Vila da Ponte
5470-543 Vila da Ponte - Montalegre
tel.: 276555237
fax.: 276555237

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Ponte [ Vila Verde / Braga ]

ponte vila verdePonte é uma das cinquenta e oito freguesias do concelho de Vila Verde e pode afirmar-se que a sua história se reporta, pelo menos, à Idade do Ferro, pois assim o demonstram os sinais que as populações castrejas foram deixando ao longo do tempo no monte de S. Julião.
Na Idade Média, a freguesia seria conhecida por "São Vicente das Ribas do Homem", mas já nas Inquirições de 1758 é conhecida por "S. Vicente de Regalados". Nos livros da Paróquia, a partir dos meados do século XVIII, constata-se que o nome da freguesia passa a ser "S. Vicente da Ponte de Caldelas". A única explicação encontrada para este último nome deriva do facto da ponte romana existente na freguesia sempre ter sido conhecida por Ponte de Caldelas, nome que lhe vem da freguesia de Caldelas, que fica na margem esquerda do Rio Homem. Até há bem pouco tempo, nos bilhetes de identidade de muitos habitantes de Ponte, a naturalidade aparecia como sendo natural de Ponte S. Vicente, de S. Vicente da Ponte ou ainda de Ponte (S. Vicente).
Além da ponte romana, situada no lugar do Germel, evidenciam-se a Igreja Paroquial, as capelas de S. Julião e de Santo Ovídio, o castro de S. Julião, o Cruzeiro, as Alminhas, o Fontanário e o Lavadouro.

Freguesia de Ponte
Vila Verde
tel.: 253361243
fax.: 253368605

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Ponte [ Guimarães / Braga ]

Ponte GuimarãesAssentando grande parte do seu extenso território na bacia orográfica do Ave, Ponte encontra-se numa zona de vale aberto e acolhedor, na companhia daquele formoso curso de água. Nesta freguesia há elementos que reportam à cultura castreja e dolménica. Entre outros elementos, destaque para a existência do topónimo Mamoa - o campo de Mamoa - que faz parte da quinta do Bichalmo.
As mamoas, dólmenes ou antas eram monumentos funerários megalíticos, que supunham a existência de povoações, mais ou menos habitadas, as quais, em referência a esta freguesia, eram constituídas por "povoas".
Quanto à arquitectura religiosa, a freguesia possui a Igreja Matriz (edifício de incaracterística traça, ao sabor "neoclássico pobre", datada de 1815 e com ampliação e remodelação substancial nos meados da década de oitenta), as capelas de S. José (ampla, a um fruste gosto "neogótico" e datada de 1949), do Sr. dos Aflitos (de traça barroca, setecentista), de S. Caetano (pequena e rústica), do Cruzeiro (com inscrição no interessante padrão da Sr.ª do Amparo, de 1743), da Ribeira (transladada de Vila Boa de Quires, Marco de Canaveses, em 1960) e do Meogo (invocada primitivamente a S. Domingos).

Freguesia de Ponte
Mesão Frio
4805-267 Ponte GMR
tel.: 253473080/253421200
fax.: 253570016

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Vila da Ponte [ Sernancelhe / Viseu ]

Vila da Ponte SernancelheEsta povoação chamou-se primitivamente Ponte, ou Ponte do Távora e Ponte Távora, considerando a antiga ponte de cantaria que se ergueu, em tempos remotos, à entrada do alfoz de Sernancelhe, do lado poente, destruída no ano de 1965, de acordo com o projecto de demolições de pontes do Távora para a construção da barragem do Vilar.
Os povos de Vila da Ponte, assentes nas margens do rio Távora, viveram ao longo de um pequeno mas fértil vale, cercados pelos montes da Borralheira, Monte Gordo e Ameleira. A natureza do solo e a abundância de águas tornaram o vale tão produtivo que praticamente só ele bastou para a riqueza da povoação.
Vila da Ponte foi um pequeno alfobre de fidalgos. Gouveias, Fonsecas, Rebelos, Almeidas, Leitões, Cardosos e Lucenas deram-lhe brilho e foram ornamento distinto da sociedade aristocrata da Beira Alta. Nesta pequena, mas pitoresca povoação, encontram-se algumas construções do século XVII, espaçosas e elegantes, ostentando nas fachadas os brasões dos seus nobres senhores. Destaque para a Igreja de Nossa Senhora da Necessidades, a Capela do Mártir S. Sebastião, a mais antiga da Vila da Ponte, e a Capela de Nosso Senhor dos Passos.

Freguesia Vila da Ponte
Vila da Ponte
3640-307 Vila da Ponte Sernancelhe
tel.: 254595170
fax.: 254595170

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Ponte de Vagos [ Vagos / Aveiro ]

Ponte VagosUm levantamento histórico permitiu verificar que um dos registos mais antigos sobre Ponte de Vagos data de 1674. Consta que terá existido uma ponte romana na zona de Ponte de Vagos que, possivelmente, terá dado o nome a esta terra. Por outro lado, poderá o nome ter a ver com o facto de se situar no extremo sul do concelho, ou seja, na "ponta" de Vagos. Foi criada, sob o ponto de vista religioso, por D. Domingos da Apresentação Fernandes em 1961 e foi elevada à categoria de freguesia em 28 de Março de 1968. O património edificado desta freguesia é modesto, tendo a antiga capela sido demolida por volta de 1973, na qual existia uma placa com a seguinte inscrição: "Reconstruída no ano de 1900", património do qual não existe uma única peça. A capela da Misericórdia de Vagos é um modelo idêntico daquela que existia em Ponte de Vagos.
Comparativamente às outras freguesias do concelho, Ponte de Vagos, embora possua a área mais pequena, é a que regista uma maior densidade populacional. O envelhecimento da população é, no entanto, uma das maiores preocupações locais. A instalação de várias empresas e a consequente evolução económica levou os habitantes de outras freguesias a procurá-la, quer para emprego, quer para habitação.

Freguesia de Vagos
Rua Principal 169
3840-326 Ponte de Vagos
tel.: 234783754
fax.: 234783754

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Aldeia da Ponte [ Sabugal / Guarda ]

Aldeia da PonteCostume bem típico e próprio desta região, e particularmente desta freguesia, que para o efeito construiu uma praça de touros, é a "capeia arraiana". Este costume, cuja origem se desconhece, é já muito antigo e realiza-se todos os anos, por altura da Festa de Santo António, que aqui tem lugar no mês de Agosto e que anima a vida da freguesia e os emigrantes, que regressam à terra natal nesta altura do ano.
Os touros vêm a pé de Espanha e desde as devesas da raia até à praça de touros da Aldeia são acompanhados em todo o seu percurso pelos ganadeiros, cavaleiros e peões. Chegados de manhã às proximidades da povoação faz-se-lhes o encerro, isto é, perante enorme assistência, colocada ao longo do caminho, em locais mais ou menos protegidos, são conduzidos, junto com cabrestos, até à praça e aí encerrados nos currais. De tarde, todos os touros, um por um, são esperados com o "forcão" e corridos dentro do redondel.
Do património construído desta freguesia, destaca-se as capelas de Stº António, de S. Brás, de Stª Catarina, de Stª Bárbara, de S. Sebastião, de Stº Cristo e das Almas, os chafarizes Pirão, da Fonte, da Praça, do Sagrado, do Vale e de S. Sebastião, a ponte e o Museu da Associação dos Amigos de Aldeia da Ponte.

Freguesia de Aldeia da Ponte
Rua Ribeiro, 37
6320-031 Aldeia da Ponte
tel.: 271647430
fax.: 271647430

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Regueira de Pontes [ Leiria / Leiria ]

regueira de pontesA criação da freguesia aconteceu em 12 de Janeiro de 1714. Inicialmente, a localidade de Regueira de Pontes encontrava-se mais perto do rio Lis e a sua ermida, depois igreja, situava-se no local do actual cemitério. Por isso, ainda se chama ao lugar "Igreja Velha". Talvez o povoado tenha nascido e crescido perto de um palácio de D. Dinis, que existiu perto do rio Lis, num terreno que ficou a chamar-se "Paço". Também perto se encontram as terras do "Porto". O topónimo "Porto" dever-se-á ao facto de ali aportarem, nos tempos de D. Dinis, quantos visitavam estas paragens, vindos do palácio que o Rei possuía em Monte Real. De Regueira de Pontes, como povoação, fala-se, pela primeira vez, em 1376, com a carta régia de D. Fernando.
Registos paroquiais indicam que antes das Invasões Francesas, em Outubro de 1810, a população desta freguesia era de 1.031 habitantes, sendo de 443 depois da retirada das tropas francesas, em Junho de 1811. Em 1932, a freguesia de Regueira de Pontes teria 1.713 habitantes, em 1981 teria 1.943 e em 2001 contaram-se 2.263 habitantes.
Além da Igreja Paroquial de Regueira de Pontes (S. Sebastião) e da Igreja Paroquial de Chãs (N.ª Sr.ª das Necessidades), está em construção uma nova igreja nesta última povoação. Destaque também para o auditório da Sede da Filarmónica de Chãs, que está em fase de conclusão.

Freguesia Regueira de Pontes
Largo da Igreja, 1
2415-200 Regueira de Pontes
tel.: 244861984
fax.: 244840575

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Ponte de Sor [ Ponte de Sor / Portalegre ]

Ponte de SorPonte de Sor é a sede de um concelho constituído por sete freguesias, tendo sido elevada a cidade em 1985. Foi um território importante na época romana, integrado na terceira via militar romana que ligava Lisboa a Mérida. Parece datar desta altura a fixação do nome da terra, devido à existência de uma ponte, construída por aquele povo, sobre o rio Sor. Terá sido erguida no século III d.C., no tempo do Imperador Marco Aurélio Probo, constituindo-se então no maior monumento de toda a estrada romana até Mérida, com dez arcos de volta redonda. Apesar de forte, já não existia em 1438, aquando do início da construção das muralhas da vila.
O território onde está edificada a cidade pertenceu inicialmente à Ordem dos Templários, tendo passado depois para a Ordem de Malta e para a dependência administrativa de Abrantes, durante o reinado de D. Afonso IV.
Além de uma outra ponte construída mais tarde sobre o rio Sor e da beleza que a zona ribeirinha proporciona, destaca-se nesta freguesia a Igreja Matriz, Igreja de São Pedro, Capela das Almas, Fonte da Vila, Ponte dos Mouros (zona do Andreu), Coreto, Biblioteca Municipal (antigo edifício dos Paços do Concelho), Fundação António Prates e Jardim Municipal.

Freguesia de Ponte de Sôr
Largo 25 de Abril Apartado 141
7400-909 Ponte de Sôr
tel.: 242202146
fax.: 242206256

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Ponte do Rol [ Torres Vedras / Lisboa ]

Ponte RolReza a tradição popular que, passando um dia El-Rei D. Dinis (ou talvez seu neto D. Pedro I), de Torres Vedras para Óbidos, para as suas coutadas, a exercer o seu desporto favorito, a caça, parou num pequeno povoado junto ao rio Sizandro. O povo que o veio saudar pediu-lhe a mercê de mandar construir uma ponte sobre o referido rio. O Rei achou bem e terá dito ao seu escrivão: "põe lá a ponte no rol". A verdade é que em 1365 a ponte já estava construída.
A igreja, assim como todas as habitações, foram parcial ou totalmente destruídas com o terramoto de 1755, daí que a igreja que hoje existe não seja exactamente a mesma, pois a abóbada, bem como uma das torres sineiras, foram totalmente destruídas. A fundação da freguesia terá ocorrido em 1530, exactamente no mesmo ano em que foi concluída a igreja paroquial, dedicada a Nossa Sr.ª da Conceição. Do seu património, destaque também para os Fortes (datados das Invasões Francesas), os fontanários, casas antigas e os moinhos, um dos quais ainda em actividade, na localidade de Gondruzeira (os restantes, ou estão completamente degradados, ou foram transformados em habitação). A Quinta da Palha, brasonada e com capela, é o mais importante bem arquitectónico de Ponte do Rol. A elevação de Ponte do Rol a freguesia ter-se-á dado entre 1520 e 1530.

Freguesia de Ponte de Rol
Rua Vasco da Gama, 4
2560-171 Ponte de Rol
tel.: 261331318
fax.: 261332512

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Gâmbia-Pontes-Alto da Guerra [ Setúbal / Setúbal ]

GambiaOs vestígios mais remotos de ocupação humana na área da freguesia datam do Neolítico, por volta de meados do quarto milénio a.C., segundo achados soltos de machados de pedra polida. Devido à ecologia própria da área, toda a zona foi recebendo impactos populacionais e culturais diferenciados ao longo dos séculos. Criada em 1985, resultado de uma nova divisão administrativa do concelho de Setúbal, uma grande parte do seu território está situada no Estuário do Sado, o que enriquece esta freguesia. Nela encontram-se os maiores produtores de alface da região, destacando-se também a produção de laranja, a maçã riscadinha, figos, uva de mesa e a uva, designadamente a Periquita.
Ainda no âmbito da vida rural, salienta-se a actividade de mariscador (apanha de minhoca e outros moluscos, como a amêijoa, camarão, navalha, choco e ainda algumas qualidades de peixe, como por exemplo o linguado), mais concretamente na zona de Gâmbia, Mourisca e Pontes. Muito demarcante nesta freguesia foi a exploração de salinas, actividade praticamente desactivada nos dias de hoje.
A ponte, a Capela de Santo António, o pólo da Biblioteca e os vários espaços verdes e naturais existentes nos diferentes lugares da freguesia são os principais pontos de interesse deste território ribeirinho.

Freguesia de Gambia-Pontes Alto da Guerra
Estrada Nacional 10
2910-828 Setubal
tel.: 265706124
fax.: 265706124

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